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Michelle Bolsonaro será peça-chave para suavizar imagem de Jair em 2026, afirma Flávio

Flávio Bolsonaro destaca que Michelle terá papel fundamental na campanha de 2026, ajudando a humanizar e suavizar a imagem do pai junto ao público feminino e defende anistia ampla.

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Michelle ocupa papel central na estratégia de 2026

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que Michelle Bolsonaro terá papel fundamental nas eleições de 2026, ajudando a dar uma imagem mais humanizada ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em entrevista ao podcast Irmãos Dias, Flávio destacou a relação de cumplicidade entre pai e madrasta e ressaltou a credibilidade conquistada por Michelle junto ao público feminino, historicamente mais resistente ao ex-mandatário.

“Ela conquistou uma credibilidade, em especial perante o público feminino, que por alguma razão sempre teve uma resistência ao Jair Bolsonaro”, disse o senador. Para ele, a presença de Michelle suaviza e humaniza a imagem do pai.

Atritos internos e apoio à anistia

Segundo relatos, Michelle foi surpreendida pelo anúncio da candidatura de Flávio e chegou a se afastar da presidência do PL Mulher por motivos médicos. Recentemente, ela criticou o deputado André Fernandes (PL-CE), provocando desentendimentos com Eduardo e Carlos Bolsonaro e mobilizando a militância em sua defesa.

Na mesma entrevista, Flávio classificou como “porcaria” o projeto de dosimetria que reduz as penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e afirmou que vai insistir na aprovação de uma anistia ampla. Ele relatou que Jair Bolsonaro autorizou o apoio de opositores ao texto e disse que recebeu essa mensagem em visita ao pai, atualmente preso em Brasília.

O senador também acusou o ministro Alexandre de Moraes de ter desequilibrado a eleição de 2022 em favor de Luiz Inácio Lula da Silva.

Trâmite no Congresso

A Câmara aprovou recentemente um projeto que reduz a pena de ex-presidentes para dois anos e quatro meses, bem abaixo dos 27 anos determinados pelo STF. No Senado, o relator Esperidião Amin (PP-SC) avalia mudanças no texto, incluindo dispositivos para uma anistia, com votação prevista para 2026.

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