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Teto imobiliário do Minha Casa Minha Vida sobe até 6% para faixas 1 e 2 em 75 cidades

Programa ajusta o valor máximo de imóveis para faixas 1 e 2 em 75 cidades, com alta de 4% a 6%, alcançando famílias com renda de até R$ 4,7 mil por mês.

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O Conselho Curador do FGTS aprovou por unanimidade reajustes nos valores máximos de imóveis do programa Minha Casa Minha Vida nas faixas 1 e 2 em municípios com mais de 300 mil habitantes.

Reajuste nos valores máximos

  • Em cidades de 300 mil a 750 mil habitantes: alta de 4%, passando de R$ 245 mil para R$ 255 mil;
  • Em municípios acima de 750 mil habitantes classificados como capitais regionais: aumento de 4%, de R$ 250 mil para R$ 260 mil;
  • Nas metrópoles com mais de 750 mil moradores: elevação de 6%, de R$ 255 mil para R$ 270 mil.

Âmbito da atualização

Essa segunda etapa beneficiou 75 cidades que concentram cerca de 25% da população brasileira, distribuídas entre Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Entre elas estão capitais como Manaus, Belém, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Recife, Curitiba, Porto Alegre e Goiânia.

Como funciona o Minha Casa Minha Vida

Lançado em 2009, o programa oferece condições especiais, como juros baixos e subsídios, para famílias adquirirem a casa própria. As faixas de renda são:

  • Faixa 1: renda familiar de até R$ 2.850;
  • Faixa 2: renda familiar de R$ 2.850,01 a R$ 4.700;
  • Faixa 3: renda familiar de R$ 4.700,01 a R$ 8.600;
  • Faixa 4: renda familiar de R$ 8.000 a R$ 12.000.

Com esta decisão, o programa conclui em 2025 a revisão de todos os limites das faixas 1 e 2 em municípios de todos os portes.

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